terça-feira, 21 de julho de 2009

e eu vou perdendo a fé.

"Dentro de mim Há tristeza sem fim.E eu preciso encontrar minha paz, pra sorrir ou chorar.Tanto faz pra lembrar de nós dois e deixar essa dor me deixar te dizer . Ai, como eu gostaria de te encontrar, pra falar de amor, pra falar..
Ontem pensei que estaria melhor sem você, sem nós dois.. Poderia viver.
O meu mundo se pôs entre recordações, e a vontade de ser novamente seu par.
Ai, como eu gostaria de te encontrar pra falar de amor, pra falar de amor... "

Vai passar, nem que demore uma semana, um mês, um ano, uns anos. Sempre passa.
Vai passar o meu e o de que eu magoei. Assim como passou o seu.
Eu só espero que não demore tanto.
Ninguém morre de amor.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Mágica, er.

Se alguém me pergunta se eu acredito em esoterismo, vidas passadas, almas penadas circulando por aí, ou mágicos que puxam coelhos da cartola enfim, em coisas que não fazem parte do grupo "tenho certeza absoluta de que isso existe", sempre respondo que sou aquela típica pessoa que não acredita em horóscopo, mas lê o signo todo dia; que acha ridículo acreditar em fantasmas, mas tem medinho quando está sozinha em casa à noite eouve um barulho peculiar; e que mesmo tendo curiosidade em saber como é ir a uma cartomante, nunca cogitou ir de fato a uma cartomante. Por isso repreendi uma amiga que queria fazer uma dessas consultas ao além: "cuidado, se você for a uma cartomante, por mais que o tempo passe, você sempre vai ser uma pessoa que já foi a uma cartomante".
Mas não adiantou e ela, que basicamente queria saber quando encontraria o homem da vida, e quem seria o pobre sujeito, foi-se assim mesmo.
Como amiga é para essas coisas, fui com ela atpe a porta da casa de uma mulher que usava o pseudônimo de Margareth (du-vi-do que esse fosse o nome dela de verdade. Uma cartomante chamada Margareth é como um motorista de limusine chamadado Jarbas! Mas continuando) na porta tinha uma plaquinha do tipo: "Leio cartas, tarô, leio mãos, leio sua sobrancelha, seu calcanhar " etc.
Confesso que fiquei com alguma vontade de entrar lá (OK ! MORRI DE VONTADE!), mas me contive porque preferi continuar sendo uma pessoa que nunca foi a uma cartomante. Sem contar que essa casa ficava perto de uma lanchonete eu estava com uma fome de 4 mendigos.

Bom, algum tempo depois, fui ao lugar combinado encontrar minha amiga, agora uma pessoa que já tinha ido uma vez a uma cartomante. Eu esperava encontrá-la super feliz ou megadeprimida (afinal, nenhuma cartomante que se preza faz uma consulta sem previsões fantásticas, adivinhando coisas do tipo: amanhã você vai acordar e escovar os dentes.. e depois de amanhã corre pra praia que vai fazer o maior solzão...). Rolou a primeira opção: Ela estava lá, muito alegre e saltitante. [tá só alegre :F]

Fomos tomar um suco num lugar perto, no caminho, ela foi me contando que ela não só encontraria o homem da sua vida nas próximas duas semanas, como viajaria pelo mundo com ele e ganharia muito dinheiro. E eu fui pensando de fato de não saber se já encontrei a pessoa da minha vida, se vou viajar pelo mundo, se vou ganhar muita grana... Mas eu estava tão ou mais feliz que ela. Afinal, ela já sabe como vai ser a vida dela ( até ela ver que a Margareth era uma picareta, mas não vamos destruir as ilusões dela). E eu não sei como vai ser a minha. E não quero saber. E tenho raiva de quem sabe - ou diz que sabe, como a Margareth diria se eu me consultasse (?) com ela. Tem coisa melhor do que descobrir?

segunda-feira, 6 de julho de 2009

BUUUUUUUUUUUUUM!

Eu quero, muito, poder terminar o ano que vem e falar: PROFISSÃO: PROFISSIONAL DA SAÚDE.
Mas meus dedos machucados, com pústolas de sangue me mostram que eu não sirvo pra isso.
Meus hematomas na cintura, ou no braço, e até mesmo pelas pernas me dizem o mesmo. O teto do hospital, marcado por altas batidas de diversos suportes de soros falam pra mim e para as pacientes que eu não deveria estar ali. [aliás, agora, clientes]
Minhas diversas alergias coçantes e espirrantes (?) a mil e um medicamentos diferentes me pedem pra desistir. Minhas pernas inchadas, com veias altas, e grossas, e na maioria das noites, roxas, me dizem que não está no tempo.
Minhas mil e uma marcas de ampolas, agulhas, e até mesmo sondas nasogástricas me dizem que sou desajeitada.
Meu estômago faminto sempre me diz que eu poderia escolher algo mais fácil, o cansaço me faz pensar em acabar com tudo de uma só vez, e o sono me toma por inteira.
Meu orgulho quando devo abaixar a cabeça pra alguém quase me distrói, e minha raiva me faz xingar a quinta geração de quem deve quem não deve.

Mas eu posso, e VOU conseguir ser melhor, mais atenta, menos desastrada.
:D

Ps.: Eu juro que eu ainda não matei ninguém, e não sintam medo de mim. Com pessoas eu lido muito bem, o problema são meus instrumentos de trabalho '-'

sábado, 27 de junho de 2009

Tem mil jeitos.

Não é um post sobre o Kama Sutra - nem sei escrever isso- mas não é não.
Em primeiro lugar, quero desabafar. Falta-me tempo de vir aqui, tempo de dormir, tempo de ler, tempo de postar, tempo de estudar /OI
Porque o tempo que falta de dormir eu durmo na aula, ai precisa estudar, e oi. Parei.

Vamos falar dos mil jeitos. Sim, existe mil jeitos de enxergar a realidade. Só não dá pra dizer qual é o certo.
"Abre o olho" é o que dizemos quando queremos que alguém encare a verdade nua e crua; Como se bastasse levantar as cortinas chamadas pálpebras e deixar a luz penetrar em nossas pupilas para enxergarmos a realidade. Mas o que é, ó céus! A tal da realidade? Parece uma pergunta meio muito hippie, mas não é.
Olhos são como câmeras, ferramentas que foram evoluindo ao longo de milhões de anos de acordo com as nossas necessidades. Um boi vê o mundo preto e branco. Nós vemos o mundo colorido. Vemos como ele realmente é? Não. Existem câmeras que captam radiações que nossos olhos nunca alcançam.
Ou seja, entre você e a sua janela há "milhares" de imagens que sua limitada ferramenta óptica nao atinge. Mesmo as cores variam dependendo de olho de cada animal.
Não se pode dizer que o vermelho que você é mais real que o vermelho da lagartixa.
O vermelho, em última instância não existe, pois a imagem muda de acordo com a câmera e não existe a câmera certa ou a errada :D

Tá muito complicado? Calma que piora, além de não enxergamos a realidade, nós só conhecemos o mundo na escala em que encontramos . Somos incapazes de ver o muito maior, ou o muito menor.
É mais ou menos como se tivéssemos nascido dentro de um recheio de Sonho de Valsa. Nossos cientistas olhariam para todos os lados e diriam: não há dúvidas, todo o universo é composto por massa de amendoim. Somente com telescópios mais potentes, descobririam que para fora há a camada de biscoito, depois a de chocolate, então o papel-alumínio e assim por diante.
Também só depois de criarem microscópios eletrônicos se dariam conta de que a massa de amendoim é feita de ingredientes, os ingredientes de moléculas, e as moléculas de átomos, e os átomos de prótons, e os prótons de nêutrons, elétrons e assim até sabe-se lá onde, para baixo e avante!

Agora vamos aplicar a teoria do Sonho de Valsa ao nosso mundo: olhe para a sua mão. Está vendo os milhares de ácaros comendo suas células mortas? Não [ainda bem!], pois bem, mossos olhos são incapazes de ver qualquer coisa muito menor que um fio de cabelo, ou seja, sua mão pode ser esse pedaço de corpo com cinco dedos ou um gigantesco pasto onde ácaros passeiam como minibúfalos, comendo e fazendo côco.
Depende, como eu já disse, da escala. Qual é a escala real?
Pergunte ao ácaro e a resposta dele certamente vai ser diferente da sua.

Se o que acreditamos ser certo e o verdadeiro não o é nem mesmo no mundo físico, imagin se formos falar de nossas crenças e opiniões.
Quando você tiver muita certeza de alguma coisa, tente se lembrar, de que estamos todos, de difetentes maneiras, presos em nossas próprias massas de amendoim. A tal da realidade é muito maior, é muito menor ou talvez nãos seja nada. Estou disposta a aceitar a confusão a partir daqui.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Ataque Aéreo

Estou realmente sem nada interessante pra postar e não quero decepcionar você, que me lê - NÃO É MEU QUERIDO JEAN? UAHEU
Aliás a moça que estejam procurando alguém para o dia 12, o Jean é o cavalheiro perfeito.
E ele promete que some no dia 14 UAHuahuHUAHE
Ele é forte, musculoso, astuto, sagaz e sapeca. Pronto, uma ótima propaganda, e ele ainda acompanha de brinde um perfume Egeo Kiss me. :D

Agora vamos ao ataque aéreo - pro Daniel I. [não sei escrever seu sobrenome PERDÃÃO!] /só uma piadinha besta pq seu blog sempre tem coisas de avião .-.
Mas continuando..
A Natureza é realmente muito linda. Do outro lado da janela. Quando ela decide transpor essa cômoda e trágica fronteira, na forma de uma cigarra desgovernada, a beleza simplismente desaparece, dando lugar ao pânico. Só acha que eu estou exagerando que nunca viveu a experiência.

Imagine uma mosca varejeira, daquelas verdes. Agora imagine esse bicho nojento, do tamanho de uma pilha gigante. Pra finalizar, imagine você à toa, banho tomado, ouvindo música na sala - um friozinho gostoso do inferno tomando conta da noite - quando eis que não mais que de repente , uma dessas varejeiras-pilhas-grande-totalmente-desgovernada invade o cenário bucólico como uma van sem freio a atropelar pedestres na calçada. Pois é, foi exatamente o que me aconteceu faz algumas horas e me trouxe a essa óbvia conclusão: a natureza é linda - do outro lado da janela.

Por conta dessa invasão de nosso espaço aéreo e respiratório por parte da cretina da cigarra, a próxima conversa entre os colheguinhãs do msn foi inevitavelmente sobre os bichos intrusos e o medo que temos dele. O grupo logo dividiu-se entre os que detestavam ratos acima de tudo e os que tinham pânico mesmo era de barata. Eu sem dúvida, estou no segundo time. Parto da lógica de que eu e o rato, que somos mamíferos, podemos nos entender - ou não - já com um inseto qualquer, o acordo é inviável. Veja só: um rato, que surja na sala jamais fará como a cigarra ou a barata, vindo como um louco de encontro à nossa testa.
Ele tem dois olhos, duas orelhas, intestino grosso, delgado, dedinhos e até uma testa, enfim, ele é quase primo - evolutivamente falando.
Sabemos de antemão que, ao encontrá-lo, essa proximidade genética criará um acordo tácito: ele é rato, eu sou humano, assim que nos virmos, correremos um pra cada lado, esperaremos nunca mais nos ver um abraço e lembrança aos seus.

Minha aversão a insetos voadores não identificados vem de longe. Uma vez cheguei na casa do meu pai, de madrugada, acendi a luz e uma enorme mariposa veio na minha direção. Passei alguns minutos tentando capturá-la com um saco plástico, mas ela driblava a arapuca e acertava minha cabeça e meus cabelos - para o meu desespero.
Não sei por que fui ter a idéia absurda de fazer um lança chamas com um desodorante aerosol. Acendi um isqueiro, mandei o jato e toquei fogo na pobre mariposa. Ela saiu pela janela em chamas, como uma estrela cadente na noite de Niterói.
Não faria isso denovo, por pena da mariposa ou medo de mandar a casa do meu pai pelos ares, caso o desodorante explodisse - mas que foi bonito, sinto ser cruel, mas foi.

Deve ser isso, estou fichada nos arquivos policias dos insetos. Meu nome está incluído na lista negra dos besouros, mariposas, cigarras e afins. Uma espécie de karma entre as espécies. Tá certo, tá certo, é vingança, eu devia ter pensado nisso antes de incendiar a pobre intrusa. Vou contratar um seguranã - nnnnnn
Talvez câmeras de segurança me ajudem.. e exagerei .-.

Beijos :*

domingo, 24 de maio de 2009

Sobre velhinhas poéticas e soluços.

Ou vice versa.
De vez em quando sinto um negócio estranho.Por falta de um nome melhor, acabei batizando de 'soluço poético'. Posso estar na rua, no banho ou na Festa do Tomate de Seropédica -não importa aonde - quando, involuntariamente, cai em minha cabeça um balde d'água de assombro com a vida. Se pudesse ser resumido numa frase, seria algo como 'pusta-quil-pariu-espermatozóide-óvulo-eu-agora-aqui-mas-um-dia-morrer-e-antes-praia-beijo-churrasco-skate-Drummond-carnaval-que-estranho-tudo-sentido-nenhum-viva!'
Comprima a frase toda até ficar do tamanho da cabeça de um alfinete -cujo eu vou morrer procurando - engula, espere um pequeno Big Bang e pronto!É assim que me sinto!

Outro dia, por exemplo, eu tava esperando um ônibus com uma velhinha. Só eu e ela no ponto. Comecei a olhar pra senhora, seu vestido florido e hic,Big Bang! Me deu um soluço poético. Senti uma vontade quase incontrolável de dizer pra ela como era ridículo aquele nosso silêncio, aquele boa tarde tímido e o olhar pra baixo, um desviando do outro como se fossem fios desencapados que se entrasse em contato soltariam faísca. [O maior pânico na cidade não é a violência - ok, é também - mas sim o olho no olho! As pessoas fazem verdadeiros malabarismos oculares em ônibus, metrôs, e corredores para pousarem suas vistas longe das dos outros.A violência é mera consequência da falta de olho no olho. E eu digo porquê meus olhos fogem da vista dos outros, seu perceber.]

Mas voltemos a tiazinha. Eu queria chacoalhá-la e perguntar: A Senhora é feliz? A senhora é casada? Solteira? A senhora tem orgasmos? A senhora gosta de filé a parmegiana? Não, minha senhora?Não é feliz? Não tem orgasmos? Não come filé a parmegiana há duas semanas? Então o que a senhora tá fazendo aqui? Saia desse ponto de ônibus que vai dar em lugar nenhum -leia-se Queimados - e trate já de arrumar um amante, um restaurante, uma aula de jardinagem, aprenda a tocar cuíca, minha senhora, a dançar tango, vá tomar sol. ou então tome uma caipirinha. Tome logo duas! Daqui a pouco acaba. Não, não a caipirinha o que já seria ruim - mas a vida mesmo -o que é pior ainda .
Eu, você, esse ponto de ônibus, a cidade e a civilização que nos produziram acabarão também. Até o universo, dizem as más línguas - e como elas falam ein - pode dar com os burros n'água -POR QUE RAIOS EU USEI ESSA EXPRESSÃO? - qualquer horas dessas, e nós aqui, brincando de desviar vistas no ponto de ônibus... Não é ridículo?

Óbvio que tudo que eu pensei em relação à velhinha na verdade era sobre mim mesmo. Acontece que nós nascemos -creio eu- com um dispositivo anti-pânico -que quando viramos mães e pais ele automaticamente quebra - um emburrecedor cósmico, algo que turva a nossa visão o suficiente para que não vejamos o tempo todo um berço de um lado e um cemitério do outro. Isso nos deixa mais calmos, mas transforma a vida numa sequência idiota de acontecimentos. O soluço poético, os caldos que eu tomo na praia, os beijos na boca e algumas outras coisas servem para abrir nossos olhos.
Acho que deveria prestar mais atenção a esses soluços.Ou, quem sabe, tomar um sal de frutas?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

NÃO DÁ!

Sem ambiguidades para o título, por favor. Obrigada (?)
Vamos tratar de coisas que me deixam emputecida - sem ambiguidades novamente.
Por exemplo 'QUERER É PODER' . Quem foi que enfiou isso na tua cabeça SER ?
Quem disse que querer é poder?
Numa esquina de São Cristóvão, há uma loja de roupas. Em cima da loja, TEM UMA[feliz tia Carol?] foto de uma moça que parece a Fernanda Lima. Ao lado da suposta Fernanda Lima, há um textinho mais ou menos assim: 'Nada é impossível, impossibilidade é uma palavra para fracos, para quem não tem força de vontade, para quem se acomoda e vê a vida passar..'

CÉUS! A mentalidade de quem produz esse tipo de texto é uma das maiores causas de angústia do nosso tempo. Afinal, impossível não é uma palavra para fracos, é uma palavra para qualquer um que saiba que dois mais dois são quatro. Tentar atravessar parede, transformar uma maçã numa ovelha com o poder da mente ou enfiar uma kombi - que aliás Keel, montaremos nossa cooperativa de kombis, e teremos uma kombirativa - dentro de um fusca. Pois é, não rola. Assim como não dá pra ir pra Paris com R$ 15,70, para tocar Nona Sinfonia sem estudar piano e ganhar US$ 1 milhão sem mexer a bunda. (Aliás, mesmo mexendo a bunda, vai ser bem difícil)

Vivemos em um tempo que oferece todos os estímulos para o desejo, mas quase nenhum consolo para a frustração. Você quer, você pode! MENTIRA! Eu, por exemplo, quero o David Beckham já, aqui na minha frente (vou salvar esse post em rascunho, amanhã termino ele...) David? Daaaaaaaaaaaaaaavid? Caramba, nada dele por aqui .-.
Outro dia, tava num bar com uma amiga, e comecei a sentir um clima estranho. Era um boteco sujo que a gente tinha entrado pra comprar 2 mates em copinho mesmo, mas acabamos demorando mais que o normal, porque estávamos escolhendo qual fandangos comprar. Depois de alguns segundos dentro do bar, houve o início de uma briga, e resolvemos vir embora mesmo sem fandangos. Fui pagar os mates no caixa, e um anúncio de cigarros dizia algo como 'sem limites'.
TODOS os povos que existiram sobre a Terra criaram algum tipo de droga, geralmente usada em rituais e eventos religiosos. Por que será que fomos os únicos indivíduos a difundir o vício? '-'

Eu não sou a Fernanda Lima, eu não namoro o Beckham, eu não tenho dinheiro pra ir pra Paris no próximo fim de semana (transformar uma maçã numa ovelha com o poder da mente, atravessar paredes, e enfiar uma kombi num fusca também não está ao meu alcance , mas tampouco consta na minha lista de desejos).
Acho que vou a um psiquiatra dizer que estou frustrado com meu fracasso. Ele vai me receitar umas dessas drogas da felicidade ou similares. Talvez fosse mais sensato e saudável olhar o céu azul lá fora, lembrar que existem os filmes do Fellini, que tenho grandes amigos. e poxa , há tantas pessoas legais andando pela cidade. Mas isso não basta, já que eu quero tudo! Se quero muito, e quero já!
Aí somente as drogas dos laboratórios internacionais, ou as dos botecos sujos podem resolver .-.